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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

INFECTADO COM VÍRUS DE PENDRIVER?! 
EIS MAIS UM APLICATIVO QUE PODE AJUDAR


 Muitas ferramentas de combate aos vírus, menos conhecidas do público, são capazes de fazer a diferença quando ferramentas de renome como o Avast!, o AVG e o Kaspersky falham em suas missões.

Quero compartilhar aqui, no EdgarTI, uma ferramenta que recentemente, me ajudou na remoção de um persistente vírus de pendriver, que não havia conseguido remover com as ferramentas acima e nem mesmo com o Malwarebytes Antimalware e nem o Combofix, que continuam sendo ferramentas maravilhosas e podem ser encontradas para download neste blog.

A ferramenta que hoje indico é Dr.WEB CureIt!. Lembrando que nenhuma ferramenta antivírus é 100% eficaz e qualquer ferramenta que nós formos utilizar, apresentará pontos positivos e negativos. Por isso mesmo não vou perder tempo

Lembrando que é sempre mais eficiente, em sitações de infecções por vírus, executar o aplicativo antivírus com o computador no modo de segurança


Para entrar no modo de segurança, na maioria dos computadores é só teclar F8 logo quando ligar sua máquina. Às vezes é necessário teclar várias vezes repetidamente, até aparecer um menu com várias opções do modo de segurança. Na maioria das vezes, a 1ª opção que designa simplesmente "Modo de Segurança", resolve para a maioria dos casos.



Para fazer o download direto e atualizado do site oficial clique no link baixo.


Dr.WEB CureIt!

Bom pessoal, espero que tenho gostado. Não esqueçam de comentar. Até mais!

Edgar Alberto B. de Sousa 
  Administrador [EdgarTI]
    edgar.abs@gmail.com 

PARA ENTENDER MAIS: VÍRUS DE PENDRIVER

O vírus que se propaga em Pendrives, tem o funcionamento igual ao de um CD-Room -, nós o conectamos e ele se executa. É assim que se espalha o vírus em seu PC através de pendrivers. Você conecta seu Pen drive em um computador infectado e depois conecta no seu. Assim que você conecta seu Pendrive, ele executa o vírus.
O vírus grava um arquivo que fica oculto no seu Pen drive e quando você conecta no seu PC ele age transformando todos os documentos em atalhos e ocultando suas pastas.


Nota: se você rodar no Linux ou Mac, o risco de infecção é quase nulo, pois estes vírus não funcionam nestes sistemas operacionais. 






segunda-feira, 12 de agosto de 2013

COMBOFIX E BANKERFIX, FERRAMENTAS QUE VALEM MAIS QUE MUITOS ANTÍ-VÍRUS


PARA BAIXAR O COMBOFIX, clique AQUI.


Olá visitante do EDGAR T.I!
Existem na internet, muitas ferramentas gratuitas que são muito mais eficiêntes na hora da remoção de vírus, do que muitos antí-vírus pagos por aí. Duas maravilhas que posso citar aqui, é o Combofix e o BankerFix.



COMBOFIX


 

ComboFix é um programa que faz scan no seu computador a fim de encontrar malwares e, se encontrados, tentará remove-los automaticamente. O programa combofix ainda fará um relatório ao fim da execução que serve para diagnosticar e informar infecções que não foram automaticamente removidas.

Como funciona o Combofix?
Abra o programa combofix e deixe executar sozinho. Ele vai informando as etapas. Poderá levar até 10 minutos. Se a conexão com internet apresentar problemas, reinicie o PC ou repare a conexão clicando em Reparar. Se algum programa antivirus ou firewall bloquear o programa combofix, desbloqueie-o sem medo.

Como adquirir a versão mais nova do combofix?

 
Ao executar o programa combofix, ele automaticamente será atualizado, caso seu computador esteja conectado na internet. Caso contrário, poderá baixar em outro lugar, e depois transferir para a área de trabalho de sua maquina, de onde deverá ser executado.
                                       PARA BAIXAR O COMBOFIX, clique AQUI.


BANKERFIX

 

O BankerFix é uma vacina contra worms e cavalos de tróia que roubam senhas de banco, Paypal, Orkut e MSN. Estas pestes são brasileiras e seu principal alvo são os internautas brasileiros, o que torna infecções por Bankers, como são chamadas estas pragas, comuns.

Você geralmente é infectado por um vírus deste tipo ao executar programas oferecidos por e-mails fraudulentos, mensagens falsas no Orkut e links maliciosos em mensagens de MSN enviadas por usuários infectados. O Banker freqüentemente causa uma lentidão na navegação web, impossibilita (ou dificulta) o desligamento do sistema, cria janelas falsas quando são visitados sites de bancos e instituições financeiras, cria telas falsas para login no MSN e abre janelas com endereço “getwindowinfo”.

Pode ser uma boa idéia utilizar a ferramenta caso seus serviços de redes sociais  estejam enviando mensagens automaticamente.

Existem na internet, muitas ferramentas gratuitas que são muito mais eficiêntes na hora da remoção de vírus, do que muitos antí-vírus pagos por aí. Duas maravilhas que posso citar aqui, é o Combofix e o BankerFix.

O BankerFix é uma vacina contra worms e cavalos de tróia que roubam senhas de banco, Paypal, Facebook, Twitter, Orkut, MSN e outros. Estas pestes são principalmente,brasileiras e seu principal alvo são os internautas brasileiros, o que torna infecções por Bankers, como são chamadas estas pragas, comuns.

Você geralmente é infectado por um vírus deste tipo ao executar programas oferecidos por e-mails fraudulentos, mensagens falsas em sites de redes sociais e links maliciosos em mensagens de emails enviadas por usuários infectados. O Banker freqüentemente causa uma lentidão na navegação web, impossibilita (ou dificulta) o desligamento do sistema, cria janelas falsas quando são visitados sites de bancos e instituições financeiras, cria telas falsas para login sites muito frequentados e abre janelas com endereço “getwindowinfo”.




 COMO UTILIZAR

1. Faça o download da ferramenta (AQUI)
2. Salve a ferramenta no seu disco rígido.
3. Caso seu antivírus possua algum bloqueio de scripts, é possível que ele alerte que a ferramenta é insegura. Este bloqueio existe porque, durante um tempo, muitos vírus eram programados em linguagens de “script”. O BankerFix também é criado nessa linguagem, mas não se trata de um vírus. De qualquer forma, o antivírus poderá alertá-lo com uma mensagem perguntando se você quer executar o script ou não. Certifique-se de permitir sua execução ou a ferramenta não irá funcionar.
4. Dê um duplo-clique no bankerfix.exe
5. Uma janela pedirá a confirmação para a instalação da ferramenta. Clique em Sim.
6. Uma mensagem avisando sobre a necessidade da conexão com a Internet estar funcionando. Também haverá um aviso sobre inexistência de garantias. Clique em OK para continuar.
7. O BankerFix iniciará o processo de download dos componentes. Isto poderá levar alguns minutos dependendo da velocidade de conexão com a Internet.
8. Terminada a instalação, uma janela perguntará se você quer executar o BankerFix. Para prosseguir, clique em OK.
9. Uma janela de texto simples irá aparecer na tela.
10. Feche todas as janelas e programas, com exceção do BankerFix
11. Clique na janela do BankerFix e aperte qualquer tecla. O BankerFix faz o resto sozinho
12. Você irá receber uma mensagem informando se nenhum problema foi encontrado, se algum problema foi encontrado e solucionado ou se alguns arquivos infectados não puderam ser removidos, ou se você precisa reiniciar o computador para finalizar o processo de remoção
13. Feche a janela
                                          PARA BAIXAR O BANKERFIX, clique AQUI.



Um abraço pra todos e por favor, deem sugestões e comentem. ATÉ MAIS!!




Edgar Alberto

Administrador do Blog

Fonte:http://super-critico.blogspot.com.br

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O Linux e Outros Softwares Livres Como Ferramentas de Inclusão Digital nas Escolas


A presente discussão, está relacionado com um Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, e como o título resume bem, trata de questões relacionadas à utilização de softwares livres para inclusão digital nas escolas e tem como foco principal o uso de distribuições linux e outros aplicativos educacionais de código aberto. Para um maior conhecimento do tema, disponibilizo abaixo alguns texto. Fiquem a vontade para comentar e trocar ideias.


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Software livre

Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.



Definição


Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:

* A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade n.º 0);

* A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade n.º 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

* A liberdade de redistribuir, inclusive vender, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade n.º 2);

* A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade n.º 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em quantas máquinas quiser, em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem nenhuma restrição imposta pelo fornecedor.

A liberdade de redistribuir o programa compilado, isto é em formato binário, necessariamente inclui a obrigatoriedade de disponibilizar seus códigos-fonte. Caso o software venha a ser modificado e o autor da modificação queira distribuí-lo, gratuitamente ou não, será também obrigatória a distribuição do código fonte das modificações, desde que elas venham a integrar o programa. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuído, já que as licenças de software livre assim o permitem.

Para que seja possível estudar ou modificar o software (para uso particular ou para distribuir) é necessário ter acesso ao código-fonte. Por isso a disponibilidade desses arquivos é pré-requisito para a liberdade do software. Cada licença determina como será feito o fornecimento do código fonte para distribuições típicas, como é o caso de distribuições em mídia portátil somente com os códigos binários já finalizados (sem o fonte). No caso da licença GPL, a fonte deve ser disponibilizada em local de onde possa ser acessado, ou deve ser entregue ao usuário, se solicitado, sem custos adicionais (exceto transporte e mídia).

Para que essas liberdades sejam reais, elas devem ser irrevogáveis. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, o software não é livre.

A maioria dos softwares livres é licenciada através de uma licença de software livre, como a GNU GPL, a mais conhecida.


Software Livre e Software em Domínio Público

Software livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante a autoria do desenvolvedor ou organização. O segundo caso acontece quando se passam os anos previsto nas leis de cada país de proteção dos direitos do autor e este se torna bem comum. Ainda assim, um software em domínio público pode ser considerado como um software livre.


Software Livre e Copyleft

Licenças como a GPL contêm um conceito adicional, conhecido como Copyleft, que se baseia na propagação dos direitos. Um software livre sem copyleft pode ser tornado não-livre por um usuário, caso assim o deseje. Já um software livre protegido por uma licença que ofereça copyleft, se distribuído, deverá ser sob a mesma licença, ou seja, repassando os direitos.

Associando os conceitos de copyleft e software livre, programas e serviços derivados de um código livre devem obrigatoriamente permanecer com uma licença livre (os detalhes de quais programas, quais serviços e quais licenças são definidos pela licença original do programa). O usuário, porém, permanece com a possibilidade de não distribuir o programa e manter as modificações ou serviços utilizados para si próprio.


Venda de Software Livre

As licenças de software livre permitem que eles sejam vendidos, mas estes em sua grande maioria estão disponíveis gratuitamente.

Uma vez que o comprador do software livre tem direito às quatro liberdades listadas, ele poderia redistribuir este software gratuitamente ou mediante remuneração. As versões pagas geralmente são acompanhadas de algum tipo de serviço adicional, como direito a assistência técnica por determinado período e manuais, por exemplo. Muitas vezes comprar o software é mais vantajoso para o cliente final que não tem muita experiência em programação, poupando tempo.


Movimento Software Livre


Motivação

Os desenvolvedores de software na década de 70 frequentemente compartilhavam seus programas de uma maneira similar aos princípios do software livre. No final da mesma década, as empresas começaram a impor restrições aos usuários com o uso de contratos de licença de software. Em 1983, Richard Stallman iniciou o projeto GNU, e em outubro de 1985 fundou a Free Software Foundation (FSF). Stallman introduziu os conceitos de software livre e copyleft, os quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada.

Ideologia: as diferenças entre Software Livre e Código Aberto

Muitos defensores do software livre argumentam que a liberdade é valiosa não só do ponto de vista técnico, mas também sob a ótica da moral e ética. É neste aspecto que o movimento de software livre (encabeçado pela FSF) se distingue do movimento de código aberto (encabeçado pela OSI), que enfatiza a superioridade técnica em relação a software proprietário, ao menos em potencial.

Os defensores do código aberto (também conhecido como open source em inglês) argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre ao invés das questões morais. A discordância básica dos movimentos está no discurso. Enquanto o foco do movimento encabeçado pela FSF chama a atenção para valores morais, éticos, direitos e liberdade, o movimento encabeçado pela OSI defende um discurso mais agradável às empresas. Com isso, o movimento de software livre condena o uso e desenvolvimento de software proprietário, enquanto o movimento de código aberto é conivente com o desenvolvimento de software proprietário.

As definições oficiais de software livre e de código aberto são as mesmas, porém escritas de formas distintas. A OSI define o código aberto usando a definição Debian de software livre, que é apenas um detalhamento das 4 liberdades da FSF. Desta forma todo software de código aberto é também um software livre.

O movimento software livre não costuma tomar uma posição sobre trabalhos que não sejam softwares e suas respectivas documentações, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem a um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).

Para o Movimento do software livre, que é um movimento social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar sempre disponível, para assim permitir a evolução da humanidade. Já o movimento pelo Código Aberto, que é um movimento mais voltado ao mercado, prega que o software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. O segundo surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de software livre.

Como a diferença entre os movimentos "Software Livre" e "Código Aberto" está apenas na argumentação em prol dos mesmos softwares, é comum que esses grupos se unam em diversas situações ou que sejam citados de uma forma agregadora através da sigla "FLOSS" (Free/Libre and Open Source Software).

Movimentos Relacionados

Inspirados na GPL e nas propostas do movimento do software livre, foi criado um repositório de licenças públicas, chamado Creative Commons, cujos termos se aplicam a variados trabalhos criativos, como criações artísticas colaborativas, textos e software. Entretanto a maioria destas licenças não são reconhecidas como realmente livres pela FSF e pelo movimento de software livre.

O software livre está inserido num contexto mais amplo onde a informação (de todos os tipos, não apenas software) é considerada um legado da humanidade e deve ser livre (visão esta que se choca diretamente ao conceito tradicional de propriedade intelectual). Coerentemente, muitas das pessoas que contribuem para os movimentos de Conhecimento Aberto — movimento do software livre, sites Wiki, Creative Commons, etc. — fazem parte da comunidade científica.

Cientistas estão acostumados a trabalhar com processos de revisão mútua (ou por pares) e o conteúdo desenvolvido é agregado ao conhecimento científico global. Embora existam casos onde se aplicam as patentes de produtos relacionados ao trabalho científico, a ciência pura, em geral, é livre.

Software Freedom Day

No dia 20 de setembro comemora-se o Dia da Liberdade do Software (Software Freedom Day) com eventos envolvendo as comunidades de usuários e desenvolvedores de software livre em todo o mundo.[1]

Softwares Livres notáveis

Abaixo está uma lista com os softwares livres mais conhecidos e usados:

Veja listas maiores no diretório da Fundação do Software Livre e em diversos outros sites de projetos na Internet.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre

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Um abraço a todos!

Professor Edgar Alberto
edgar.abs@gmail.com